domingo, 13 de janeiro de 2013

Cansaço, indisposição e lentidão são alguns sintomas que só atrapalham a rotina, não é mesmo? A qualidade do sono depende de muitos fatores, entre eles, a escolha do travesseiro e do colchão apropriados. Afinal, uma noite bem-dormida é fundamental para desempenhar as funções do dia seguinte.
 
Com tantas opções de produtos, o ideal é ficar atento na hora da compra. Segundo Renata Neves, fisioterapeuta da área de ortopedia/pacientes graves do Hospital Israelita Albert Einstein, “não existe uma receita para escolhê-los, mas alguns princípios ajudam a evitar desconfortos, proporcionando mais descanso ao corpo”.
 

Como escolher o travesseiro correto?

 
Para acertar na escolha, é preciso ter em mente que a coluna deve estar alinhada com o restante do corpo, de maneira que seja formada uma linha horizontal. Portanto, opte por um travesseiro que preencha todo o espaço entre o ombro e o pescoço. “A coluna neutra diminui as compressões dos nervos e articulações, assim como alongamentos excessivos nos músculos, deixando o corpo mais confortável”, explica a fisioterapeuta. 
 
Embora seja bastante utilizado, o travesseiro de penas não é o recomendado, pois facilita a proliferação de ácaros, podendo causar alergias. Renata aponta os produtos de látex como a alternativa mais adequada: “Eles apresentam melhor desempenho em todos os sentidos, desde a anatomia até o impedimento de distúrbios respiratórios”.
 

O colchão dos seus sonhos

 
Já para eleger o melhor colchão para você e sua família, a fisioterapeuta faz uma ressalva importante: “A densidade está diretamente ligada à relação entre o peso e a altura do indivíduo. As pessoas de baixa estatura e mais magras devem optar por um que tenha consistência macia, enquanto para as mais pesadas são indicados produtos de maior densidade”. Para realizar a consulta do índice ideal, basta acessar a tabela de referência do Inmetro.
 
Sobre os tipos disponíveis no mercado, Renata resume: “colchão mole não sustenta a coluna, e o duro dificulta o relaxamento, além de prejudicar a circulação, o que pode provocar desagradáveis cãibras e formigamentos. Logo, a melhor escolha é o anatômico, que mantém a coluna reta”.
 
 
 
No caso dos travesseiros, o material de fabricação também faz muita diferença no momento da escolha. “Geralmente, quem tem dores crônicas não se adapta bem aos colchões de mola. Por isso, os mais indicados são os de viscoelástico”, completa a fisioterapeuta.
 
Algumas marcas dispõem de produtos hipoalergênicos – ideais para quem sofre dos males causados por ácaros e bactérias. Outra boa alternativa são as capas antialérgicas, disponíveis tanto para travesseiros quanto para colchões.
 
A seguir, confira dicas importantes para fazer a escolha certa. Assim, além de relaxar, todos da sua família poderão ter noites de sono tranquilas e revigorantes.
Fonte: http://www.portalvital.com/sua-casa/bemestar/colchoes-e-travesseiros-adequados-garantem-boas-noites-de-sono

Evite a retenção de líquidos


Como evitar a retenção de líquido no corpo
Barriga estufada, pernas pesadas e a terrível sensação de ter engordado vários quilos em pouquíssimo tempo... Você pode estar sofrendo com a retenção de líquidos!
O problema se caracteriza pelo acúmulo excessivo de água entre as células do organismo, que não é eliminado através da urina. Dessa forma, ocorre o inchaço principalmente na barriga, pés, mãos, coxas, tornozelos e mamas. Com algumas mudanças nos seus hábitos, é possível reduzir essa desconfortável sensação, aliviar a retenção de líquidos e sentir-se mais leve e bem-disposto!
 

Confira as dicas a seguir:


– “Consuma alimentos como melancia, melão, abacaxi, chuchu, pêssego, cenoura, por exemplo, que são ricos em água e potássio. Eles ajudam a regular o teor de sódio no organismo e diminuem o inchaço”, explica a nutricionista Paula Castilho.


– Beba no mínimo 3 litros de líquidos por dia. “Tome pelo menos 1 litro de água pura,
para promover a desintoxicação corporal. O restante pode variar entre chás e sucos. O ideal é ingerir 200 ml de algum líquido quinze minutos antes da refeição ou uma hora após”, ensina a nutricionista.


– Pratique atividades físicas regularmente. Procure, ao menos, caminhar três vezes por semana, durante meia hora. O exercício aumenta o batimento cardíaco e acelera vários processos no
corpo, como a queima de calorias e gorduras, além da eliminação das toxinas e dos líquidos acumulados.


– Se você trabalha sentado, procure se levantar a cada duas horas. Também é interessante realizar a
ginástica laboral durante o expediente.


– Faça uma deliciosa
massagem, por exemplo, a drenagem linfática. Essa técnica é realizada com óleos essenciais e consiste em compressão e descompressão dos gânglios, trabalhando a circulação linfática. Dessa forma, ela estimula a eliminação do líquido linfático, que fica localizado entre as células e é rico em gorduras – até os gânglios linfáticos. Quando ele fica retido no tecido subcutâneo, você se sente inchado e pesado.


– Aumente o consumo de legumes e verduras, principalmente crus.


– Coma mais frutas. “Quando possível, ingira também o bagaço ou a casca. E prefira as que possuem poder laxativo, como: laranja, mexerica, mamão, banana-nanica, ameixa-preta, abacaxi, abacate e acerola, pois elas promovem uma limpeza no organismo, eliminando as toxinas”, explica Paula.


– Coma sempre devagar e mastigue bem os alimentos.


– Sempre que possível, dê preferência aos
produtos integrais.


– Acrescente ao leite itens como cereais integrais, farelo de aveia, farelo de trigo, gérmen de trigo e linhaça, que favorecem o funcionamento do intestino.


– Modere no consumo do sal. “Utilize alho, cebola e ervas naturais, como orégano, salsa, alecrim, manjericão e açafrão”, aconselha Paula.


– Evite o consumo exagerado do café. “Em excesso, a bebida age como vasoconstritor, ou seja, diminui o calibre das artérias, favorecendo a má circulação e contribuindo para o inchaço. Substitua-o por chás”, avisa a nutricionista.

 Fonte: http://www.portalvital.com/saude/alimentacao/evite-a-retencao-de-liquidos


– Polvilhe a comida ou a salada com farinha de linhaça, que tem ação anti-inflamatória e reduz a retenção hídrica no organismo.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Como usar o protetor solar para o corpo

Uma das melhores formas de proteção é evitar a exposição solar das 10 às 15 horas. É nesse período que o índice de UVA, raio ultravioleta que causa envelhecimento precoce e manchas na pele, é maior. Entretanto, se você ficar exposta nesse horário, use protetor solar com um fator bem alto. Fora desse horário você também deve se proteger com filtro solar, inclusive em dias nublados.
Use pelo menos um fator 25 no corpo: é o mínimo para garantir proteção eficaz. O rosto, por ser mais sensível, precisa de maior atenção. Na praia ou piscina, reaplique o filtro solar a cada 2 horas — principalmente depois de entrar na água ou transpirar demais. Nesse caso, não esqueça de secar a pele antes de aplicar o filtro. Essa reaplicação é necessária mesmo que o produto seja resistente à água.
Para manter a pele bonita por mais tempo, invista na hidratação pós-sol. Ela é fundamental para um bronzeado duradouro e evita a descamação da pele.
Qual a quantidade ideal de protetor para passar no rosto e no corpo?
Para ter a proteção real que a embalagem do produto promete, é preciso utilizar o volume correto no corpo. A quantidade ideal de protetor solar a ser utilizada, estabelecida pelo Food and Drug Administration (FDA), é de 2 miligramas de protetor por centímetro quadrado, o que equivale às seguintes medidas:
Rosto e pescoço: 1 colher de chá
Tronco: 1 colher de sopa para a parte da frente, e outra para a parte traseira
Braços: 1 colher de sopa para ambos
Pernas: 1 colher de sopa para ambas
Essas medidas são válidas para um adulto em torno de 1,70m, com peso de 60 a 70 quilos.
Para não errar, leve sempre em consideração o seu tom de pele. Pessoas muito claras devem usar fatores mais altos. Já aqueles que possuem peles mais escuras, podem utilizar fatores mais baixos. O fator de proteção varia conforme o tom de pele e o tempo de exposição ao sol.
Fonte: Beleza e saúde

Higiene íntima da mulher

A mulher contemporânea trabalha durante 8 horas, frequentemente sentada na frente de um computador. Ela usa calça jeans com freqüência além de usar protetor diário de calcinha — o que diminui a ventilação e ajuda a abafar o local. Há também o hábito de fazer depilação, muitas vezes agressiva. Esse conjunto de ações provoca o desequilíbrio da proteção natural da vagina, o que colabora para o surgimento de infecções.
Cuidados com a Saúde Íntima
  • Usar proteção na relação sexual para evitar doenças
  • Usar calcinhas de algodão
  • Evitar calcinhas apertadas e com lycra
  • Usar roupas adequadas para ventilação da região
  • Não emprestar calcinhas, biquíni ou toalhas de amigas
  • Lavar a calcinha adequadamente para evitar proliferação de fungos
  • Usar sabonetes íntimos diariamente
  • Utilizar protetor de calcinha somente quando necessário
  • Evitar absorventes perfumados, pois podem causar alergia
  • Não deixar o absorvente interno o dia todo pois pode haver proliferação de bactérias
  • Dar preferência aos papéis higiênicos brancos e sem perfumes. Os coloridos e perfumados podem causar alergias
  • Evitar banho muito quente, pois pode irritar a mucosa vaginal
  • Consultar um ginecologista sempre que perceber alguma irregularidade
O pH vaginal é ácido e ocasionado pela ação dos bacilos de Doderlein. Eles são responsáveis pela manutenção do pH ácido da vagina da mulher, o que evita o crescimento de bactérias na flora vaginal. Por isso, o uso de produtos como sabonete líquido (que contém ácido lático) específico para a região intima é o mais indicado para ajudar a preservar o pH e manter a proteção natural da mucosa vaginal.
Além de evitar a proliferação de bactérias, os sabonetes íntimos mantêm a a região externa da vagina protegida e livre de odores, coceiras e secreções das mais variadas proveniências.
Vale ressaltar que o mais importante de tudo é que a mulher conheça melhor o seu corpo e cuide da sua saúde de modo geral, acompanhando suas alterações ao longo da vida. E, sempre que tiver alguma dúvida, procure um médico especialista.
Fonte Beleza e Saúde

Pêlos encravados: Como resolver

O dermatologista Aguinaldo Mirandez, diretor da Clínica de Dermatologia e Estética Perfetta e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, afirmou que a escolha do método de depilação adequado, esfoliação leve, o uso de hidratantes para facilitar a saída do pelo, ajudam a prevenir.
Importante também é evitar a manipulação e o uso de roupas apertadas. “Mas se os cuidados não foram suficientes para prevenir, uma visita ao dermatologista deve ser providenciada para avaliar e indicar cremes com ácidos, antibacterianos, despigmentantes e, eventualmente, até antibióticos por via oral”, disse. Confira abaixo algumas 5 dicas do profissional para acabar com o problema.
1) Evite passar muito a mão ou tentar desencravar. As tentativas com uso de agulhas e pinças podem piorar o quadro com infecções e cicatrizes. É mais conveniente o uso de antissépticos, hidratantes e, conforme a necessidade, preparados com antibióticos que devem ser indicados pelo médico.
2) Prefira os cremes depilatórios e as lâminas. As depilações que retiram os pêlos abaixo da superfície da pele (cera ou aparelhos que arrancam pela raiz) podem favorecer o encravamento.
3) Os métodos mais modernos de depilação, como laser e luz pulsada, são os melhores para tratar e prevenir o problema.
4) Fuja das pinças. Além de favorecer a infecção secundária, a manipulação com pinças, agulhas e outros instrumentos pode levar a machucados que produzem cicatrizes, muitas vezes de difícil tratamento.
5) Há no mercado diversas opções de esfoliantes. O uso de uma bucha pode ajudar. A frequência adequada é de uma a duas vezes por semana, em movimentos circulares.
Fonte: Terra Mulher